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Queila Ariadne - O Tempo
Publicada em 09/08/2009 16:12:20
  

Longevidade e dinheiro

Expectativa de vida cresce e obriga idosos a investir mais

Com cinco anos a mais para viver, aplicações de maior liquidez podem ser úteis

Chance de despesa alta e inesperadas cresce conforme a faixa etária maior

Os brasileiros estão vivendo mais. A expectativa de vida, que em 1991 era de 67,6 anos, agora é de 72,6 anos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo os especialistas em finanças, o ideal é investir desde cedo, mas com esse cenário de vida longa, quem já passou dos 60 também tem que continuar aplicando, de preferência em modalidades de maior liquidez.

"Hoje, a chance de viver até 90 anos é muito grande. Quem tem 60 anos ainda pode ter pelo menor mais 30 anos pela frente", destaca o consultor de investimentos Raphael Cordeiro, autor do livro "O Sovina e o Perdulário".

Como são maiores as chances desse público precisar de dinheiro rapidamente para gastos com medicamentos e ajuda financeira para filhos e netos, o ideal é apostar em aplicações que garantam renda, e não mais em formação de patrimônio. É o caso da Nota do Tesouro Nacional, série B (NTN-B). "Essa modalidade atende bem aos idosos porque é simples, paga juros em torno de 6,5% ao ano mais a inflação, e a rentabilidade cai direto na conta corrente", indica o especialista.

 

Cordeiro explica que a NTN-B pode ser comprada por meio das corretoras, que os próprios bancos têm. "Hoje uma nota dessa custa R$ 1.700. É preciso começar com pelo menos 20%, ou seja, R$ 340."

Ações. O analista da Geração Futuro Tiago Arnhold afirma que quem já passou dos 60 anos precisa de mais tranquilidade, mas nem por isso deve eliminar a Bolsa de Valores da lista de opções de investimento. O que muda é o nível da agressividade. "Na juventude, a pessoa pode ser mais agressiva e colocar até 50% do que tem para investir em ações. Já os idosos devem reduzir esse percentual para entre 10% e 15%, escolhendo um portfólio de empresas sólidas", avalia Arnhold.

Precavido

"Tem que pensar é no presente"

A velhice não é considerada um período para acumular riquezas, mas, segundo especialistas, com o alongamento da vida, é preciso se preocupar em manter o patrimônio. Milton Pinto de Andrade tem 61 anos. Quando se aposentou, há 12, já tinha várias aplicações em renda fixa, além de um plano de previdência complementar. Mesmo assim, contratou um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), uma previdência privada onde o dinheiro é corrigido. "Vou resgatar mensalmente. Quando a gente é jovem, tem que pensar no futuro, mas quando está mais velho, tem que pensar em viver o presente", afirma Andrade.

Airton de Oliveira tem 64 anos e se aposentou há 13. Ele também tem o costume de guardar dinheiro desde a infância. "Eu aplico no clube de investimentos da Cemig, o Clic, desde que ele foi criado, em 1996. Além das ações, procuro diversificar. Também tenho poupança e fundos", afirma.


 

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