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Folha de S.Paulo
Publicada em 08/09/2010 13:42:53
  

Sob Lula, 550 mil buscam fundo de pensão

Expansão da previdência complementar entre 2003 e 2010 é considerada fraca diante do aumento do emprego. Governo deveria dar mais incentivo para trabalhadores entrarem no sistema, afirma diretor da Previc

Apesar do aumento de renda e da alardeada entrada de 14 milhões de trabalhadores no mercado formal no governo Lula, pouco mais de 550 mil pessoas ingressaram na indústria dos fundos de pensão nos últimos sete anos.

A modesta inclusão de participantes representou um aumento de 26% no estoque de trabalhadores cobertos pelo sistema de previdência fechado ao final de 2002.

"Diante do quadro [econômico], o resultado poderia ter sido melhor", afirma o diretor-superintendente da Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar), Ricardo Pena.

Segundo ele, o crescimento do mercado dos fundos de pensão depende diretamente da capacidade econômica das empresas e das pessoas.

"Esse crescimento do mercado de trabalho, esses novos empregos podem talvez envolver uma questão salarial menor, não gerando ainda o estímulo para a constituição da previdência complementar", avalia Pena.

Estudos apontam que o universo potencial de trabalhadores em condições de investir na aposentadoria complementar situa-se a partir da faixa de renda equivalente ao teto de benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), R$ 3.400.

"Mas existem fundos cujo tíquete de entrada é de R$ 50. Acho que falta conhecimento, uma grande campanha do mercado para desenvolver o setor", diz o diretor-superintendente.

E acrescenta: "Faço um mea-culpa. O governo deveria ter investido em uma estratégia mais arrojada de incentivo à previdência complementar, por meio dos instituidores, das pequenas e médias empresas e da própria previdência complementar do servidor público".

Os instituidores fazem parte da modalidade de previdência complementar associativa. O fundo de pensão é criado por um instituidor, não há o vínculo com uma empresa (patrocinadora).

Nessa modalidade, os trabalhadores são agrupados de acordo com a classe profissional. Um exemplo é o fundo de pensão da Ordem dos Advogados do Brasil.

A previdência associativa surgiu no início dos anos 2000. Em 2002, havia apenas um fundo ligado a instituidor. Atualmente, são 450.

Hoje, 2,7 milhões de brasileiros compõem a rede de trabalhadores e aposentados atendidos por fundos de pensão. São 366 entidades ligadas a empresas estatais e privadas. A maior parte das 2.222 patrocinadoras é de grandes empresas. 


 

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