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Revista Ferroviária
Publicada em 02/06/2009
  

Ambulantes arriscam a vida em ferrovia

Na Feira do Passarinho, em Maceió (AL), vendedores expõem suas mercadorias sobre os trilhos. Foto: Tácito Ayres

Como se não bastasse estarem completamente ocupadas por camelôs, barracos e pedestres as margens da linha que liga a Estação Central, em Maceió (AL), ao distrito de Lourenço de Albuquerque, os próprios trilhos viraram “balcão” de comércio. No local conhecido como Feira do Passarinho, ambulantes abusam ao expor suas mercadorias sobre a linha, uma vez que já não há espaço suficiente no entorno da ferrovia.

No local, os trens da CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos) precisam passar a uma velocidade máxima de 3km/h, para que barracos não sejam arrastados e pedestres atropelados. Enquanto o trem não vem, os ambulantes invadem a linha, colocam suas mercadorias no chão ou em pequenas mesinhas, facilmente retiráveis, e ficam à vontade, vendendo um pouco de tudo. Quando o trem se aproxima - e vem buzinando desde longe - eles pegam as coisas e se afastam para que ele passe. Em seguida, voltam para os lugares e a feira continua sobre os trilhos. O espaço entre a linha e as paredes do mercado é muito apertado – no máximo 1m para cada lado entre as paredes e o trem.

A desordem urbana que se implantou sobre o leito da ferrovia pode ser vista também na passagem de nível que há junto ao mercado. Não há cancela, sinal luminoso ou sonoro, somente a buzina do trem. Os carros tentam passar buzinando para que os outros, os que estão à frente, avancem, a fim de eles não sejam atropelados.

Atualmente, o município e a CBTU têm planos de remover a feira do local para que possa ser implantada uma linha de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). A expectativa é que sejam retirados da Feira do Passarinho cerca de 500 comerciantes, que serão transferidos para a antiga Ceasa. Segundo dados do projeto original do VLT, é necessário um espaço de 10m à direita e 10m à esquerda do eixo dos trilhos para que os trens operem com segurança.


 

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